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	<title>Madeiras</title>
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	<description>Notícias do mundo das Madeiras</description>
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		<title>Materlis declarada insolvente, tribunal dá 30 dias para plano de recuperação</title>
		<link>http://madeiras.net/blog/2012/05/14/materlis-declarada-insolvente-tribunal-da-30-dias-para-plano-de-recuperacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 09:10:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madeiras</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[insolvente]]></category>
		<category><![CDATA[materlis]]></category>

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		<description><![CDATA[<img width="150" height="71" src="http://madeiras.net/blog/wp-content/uploads/2012/05/logo-150x71.gif" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="logo" title="logo" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" />
A empresa, que se dedica ao comércio por grosso de madeira e a trabalhos de carpintaria em obra, possui um passivo de 20 milhões de euros, sendo que sete milhões respeitam a dívidas a fornecedores e mais de 10 milhões à banca, pode ler-se no processo de insolvência ao qual a Lusa teve hoje acesso.
Entre os maiores credores está a SONAE (6,4 milhões), três instituições bancárias (oito milhões) e o Estado português (1,7 milhões de euros).

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="71" src="http://madeiras.net/blog/wp-content/uploads/2012/05/logo-150x71.gif" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="logo" title="logo" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" /><div>
<p><a href="http://madeiras.net/blog/wp-content/uploads/2012/05/logo.gif"><img class="alignright  wp-image-534" title="logo" src="http://madeiras.net/blog/wp-content/uploads/2012/05/logo.gif" alt="" width="221" height="71" /></a></p>
<p>A empresa, que se dedica ao comércio por grosso de madeira e a trabalhos de carpintaria em obra, possui um passivo de 20 milhões de euros, sendo que sete milhões respeitam a dívidas a fornecedores e mais de 10 milhões à banca, pode ler-se no processo de insolvência ao qual a Lusa teve hoje acesso.</p>
<p>Entre os maiores credores está a SONAE (6,4 milhões), três instituições bancárias (oito milhões) e o Estado português (1,7 milhões de euros).</p>
</div>
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		<title>Vendas da Unimadeiras aumentam 51,7% em 2011 para 57,7 ME</title>
		<link>http://madeiras.net/blog/2012/05/14/vendas-da-unimadeiras-aumentam-517-em-2011-para-577-me/</link>
		<comments>http://madeiras.net/blog/2012/05/14/vendas-da-unimadeiras-aumentam-517-em-2011-para-577-me/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 08:55:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madeiras</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[lucro]]></category>
		<category><![CDATA[plantação]]></category>
		<category><![CDATA[unimadeiras]]></category>

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		<description><![CDATA[<img width="150" height="111" src="http://madeiras.net/blog/wp-content/uploads/2012/05/images-150x111.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="images" title="images" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" />
 
Porto, 11 mai (Lusa) &#8212; As vendas da Unimadeiras, empresa que agrega 600 empresários florestais, aumentaram 51,7 por cento em 2011, para 57,7 milhões de euros, e o lucro subiu 35 por cento, para 350 mil euros.
Segundo adiantou à agência Lusa fonte da empresa, que tem entre os seus principais clientes o grupo Soporcel Portucel, a Altri, a Sonae e a Europack, &#8220;para 2012 estão previstos investimentos na compra de terrenos florestais em regiões nobres, a plantação de espécies nobres e o aumento dos fornecimentos de madeira certificada&#8221;.
Atualmente, a Unimadeiras reclama a liderança no mercado de comércio por grosso de madeiras em bruto, com 12 por cento de quota.


Ler mais
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="111" src="http://madeiras.net/blog/wp-content/uploads/2012/05/images-150x111.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="images" title="images" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" /><div>
<div id="bodyText">
<p> <a href="http://madeiras.net/blog/wp-content/uploads/2012/05/images.jpg"><img class="alignright  wp-image-528" title="images" src="http://madeiras.net/blog/wp-content/uploads/2012/05/images.jpg" alt="" width="306" height="77" /></a></p>
<p>Porto, 11 mai (Lusa) &#8212; As vendas da Unimadeiras, empresa que agrega 600 empresários florestais, aumentaram 51,7 por cento em 2011, para 57,7 milhões de euros, e o lucro subiu 35 por cento, para 350 mil euros.</p>
<p>Segundo adiantou à agência Lusa fonte da empresa, que tem entre os seus principais clientes o grupo Soporcel Portucel, a Altri, a Sonae e a Europack, &#8220;para 2012 estão previstos investimentos na compra de terrenos florestais em regiões nobres, a plantação de espécies nobres e o aumento dos fornecimentos de madeira certificada&#8221;.</p>
<p>Atualmente, a Unimadeiras reclama a liderança no mercado de comércio por grosso de madeiras em bruto, com 12 por cento de quota.</p>
</div>
</div>
<div><a href="http://visao.sapo.pt/madeiras-vendas-da-unimadeiras-aumentam-517-em-2011-para-577-me=f663978#ixzz1upf3xceS"><em>Ler mais</em></a></div>
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		<title>ANSUB &#8211; Preços de Madeira</title>
		<link>http://madeiras.net/blog/2012/05/12/ansub-precos-de-madeira/</link>
		<comments>http://madeiras.net/blog/2012/05/12/ansub-precos-de-madeira/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 12 May 2012 13:27:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madeiras</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://madeiras.net/blog/?p=520</guid>
		<description><![CDATA[Diversos utilizadores têm pedido para divulgarmos os preços das madeiras às portas das fábricas. De momento estamos a estudar qual a melhor forma de o fazer.
Chegou também a nosso conhecimento que o site da ANSUB (Associação de Produtores Florestais do Vale do Sado) disponibiliza alguns preços de compra de madeira.
Na realidade os preços de madeira divulgados por este site não se verificam à porta de qualquer fábrica de celulose como as pertencentes ao grupo Altri e ao grupo PortucelSoporcel.
No entanto seria muito importante saber quem pratica actualmente o preço de compra de eucalipto a 55€/ton, uma vez que essa informação não é referida.
&#160;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diversos utilizadores têm pedido para divulgarmos os preços das madeiras às portas das fábricas. De momento estamos a estudar qual a melhor forma de o fazer.</p>
<p>Chegou também a nosso conhecimento que o site da ANSUB (Associação de Produtores Florestais do Vale do Sado) disponibiliza alguns preços de compra de madeira.</p>
<p>Na realidade os preços de madeira divulgados por este site não se verificam à porta de qualquer fábrica de celulose como as pertencentes ao grupo Altri e ao grupo PortucelSoporcel.</p>
<p>No entanto seria muito importante saber quem pratica actualmente o preço de compra de eucalipto a 55€/ton, uma vez que essa informação não é referida.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Lançamento do Madeiras.pt</title>
		<link>http://madeiras.net/blog/2012/05/11/lancamento-do-madeiras-pt/</link>
		<comments>http://madeiras.net/blog/2012/05/11/lancamento-do-madeiras-pt/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 May 2012 21:15:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madeiras</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[<img width="150" height="41" src="http://madeiras.net/blog/wp-content/uploads/2012/05/logo1-150x41.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="logo" title="logo" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" />O Madeiras.pt é um portal acabado de criar pela equipa do Madeiras.net e funciona como plataforma virtual entre comerciantes de madeira  e proprietários florestais.
As tecnologias de informação servem para simplificar o quotidiano das pessoas, estando cada vez mais ao alcance de todos. No mercado das madeiras isso não é excepção, como tal a equipa do Madeiras.net desenvolveu uma plataforma capaz de funcionar como meio de convergência de comerciantes e venda de propriedades florestais.
No Madeiras.pt vai ser possível:
-Criar leilões de venda de madeira, terrenos e/ou Terrenos com madeira cortada ou a corte, etc&#8230;
-Reunir diversos Comerciantes sobre o seu negócio.
-Obter diversas propostas de valor escondido (carta fechada) ou leilão normal.
-Evitar perda de tempo e despesas para mostrar a sua madeira a diversos compradores.
-Avaliar Compradores (sempre com a monitorização da nossa equipa).
-Seleccionar o vencedor do seu leilão independentemente do valor licitado, tipo de pagamento, etc&#8230;
Tudo isto livre de custos desde a criação do ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="41" src="http://madeiras.net/blog/wp-content/uploads/2012/05/logo1-150x41.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="logo" title="logo" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" /><p><a href="http://madeiras.net/blog/wp-content/uploads/2012/05/logo.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-530" title="logo" src="http://madeiras.net/blog/wp-content/uploads/2012/05/logo.jpg" alt="" width="300" height="41" /></a>O Madeiras.pt é um portal acabado de criar pela equipa do Madeiras.net e funciona como plataforma virtual entre comerciantes de madeira  e proprietários florestais.</p>
<p>As tecnologias de informação servem para simplificar o quotidiano das pessoas, estando cada vez mais ao alcance de todos. No mercado das madeiras isso não é excepção, como tal a equipa do Madeiras.net desenvolveu uma plataforma capaz de funcionar como meio de convergência de comerciantes e venda de propriedades florestais.</p>
<p>No Madeiras.pt vai ser possível:</p>
<p>-Criar leilões de venda de madeira, terrenos e/ou Terrenos com madeira cortada ou a corte, etc&#8230;</p>
<p>-Reunir diversos Comerciantes sobre o seu negócio.</p>
<p>-Obter diversas propostas de valor escondido (carta fechada) ou leilão normal.</p>
<p>-Evitar perda de tempo e despesas para mostrar a sua madeira a diversos compradores.</p>
<p>-Avaliar Compradores (sempre com a monitorização da nossa equipa).</p>
<p>-Seleccionar o vencedor do seu leilão independentemente do valor licitado, tipo de pagamento, etc&#8230;</p>
<p>Tudo isto livre de custos desde a criação do leilão até à sua finalização.</p>
<p>O Madeiras.pt é pioneiro na sua função e todos os dias irá evoluir com o contacto dos seus utilizadores por telemóvel, email ou formulário de contacto.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Plantação de Eucaliptos Casos de Infracção Legal</title>
		<link>http://madeiras.net/blog/2012/05/11/plantacao-de-eucaliptos-casos-de-infraccao-legal/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 12:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madeiras</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celulose]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[eucaiptos]]></category>
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		<category><![CDATA[plantaçã]]></category>
		<category><![CDATA[plantação de eucaliptos]]></category>

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		<description><![CDATA[Possuo um terreno cultivado, e o dono de um prédio limítrofe plantou eucaliptos até ao limite com o meu terreno. É legal fazer este tipo de plantações nestas circunstâncias?

A instalação de um povoamento de eucaliptos, nas circunstâncias que refere, não é legal, de acordo com o Decreto-Lei n.º 28039, de 14 de Setembro de 1937. De facto, diz este diploma, no artigo 1º: “É proibida a plantação ou sementeira de eucaliptos, acácias da espécie denominada dealbata, vulgarmente conhecida por acácia mimosa, e de ailantos, a menos de 20 metros de terrenos cultivados e a menos de 30 de nascentes, terras de cultura de regadio, muros e prédios urbanos.”
No artigo 2º é dito que “as plantações ou sementeiras feitas em contravenção do artigo anterior … poderão ser arrancadas a requerimento dos interessados, dirigido à câmara municipal, que mandará executar o arrancamento…”.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="parent-fieldname-description">Possuo um terreno cultivado, e o dono de um prédio limítrofe plantou eucaliptos até ao limite com o meu terreno. É legal fazer este tipo de plantações nestas circunstâncias?</div>
<div id="parent-fieldname-answer">
<p>A instalação de um povoamento de eucaliptos, nas circunstâncias que refere, não é legal, de acordo com o <a title="Decreto-Lei n.º 28039, de 14 de Setembro de 1937" href="http://www.afn.min-agricultura.pt/portal/outros/faqs/ordenamento-e-gestao/distancias/resolveuid/ccacd16cca93704454c4082dba1ed4ae" target="_blank"><strong>Decreto-Lei n.º 28039</strong></a>, de 14 de Setembro de 1937. De facto, diz este diploma, no artigo 1º: “<em>É proibida a plantação ou sementeira de eucaliptos, acácias da espécie denominada dealbata, vulgarmente conhecida por acácia mimosa, e de ailantos, a menos de 20 metros de terrenos cultivados e a menos de 30 de nascentes, terras de cultura de regadio, muros e prédios urbanos.</em>”</p>
<p>No artigo 2º é dito que “<em>as plantações ou sementeiras feitas em contravenção do artigo anterior … poderão ser arrancadas a requerimento dos interessados, dirigido à câmara municipal, que mandará executar o arrancamento</em>…”.</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Proprietários Florestais Fogem ao Fisco</title>
		<link>http://madeiras.net/blog/2012/05/08/fuga-fiscal-prejudica-sector/</link>
		<comments>http://madeiras.net/blog/2012/05/08/fuga-fiscal-prejudica-sector/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 05:12:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madeiras</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[compra de eucaliptos]]></category>
		<category><![CDATA[fuga fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[madeiras]]></category>
		<category><![CDATA[proprietários]]></category>
		<category><![CDATA[sector]]></category>

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		<description><![CDATA[Em muitos dos negócios de venda de madeiras pelos proprietários, não é paga a devida contribuição ao estado.
Este facto poderá ter um contributo considerável na economia paralela pois na maior parte dos casos não há cruzamento de dados sobre as vendas de madeira e os proprietários conseguem reter assim uma fatia significativa daquilo com que devem contribuir.
Esta fuga aos impostos poderá representar vários milhões de euros por mês e não se compreende como é que o estado toma uma posição tão passiva face a estes negócios.
Tal comportamento pode colocar em causa a sustentabilidade do sector pois os indivíduos que cumprem voluntariamente com as suas obrigações estão em desvantagem para com os que não o fazem o que cria uma espécie de concorrência desleal entre proprietários com mentalidade cívica e proprietários sem escrúpulos que para além de não respeitarem o estado (a própria pátria).
Devem ser criadas medidas que regulem melhor o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em muitos dos negócios de venda de madeiras pelos proprietários, não é paga a devida contribuição ao estado.</p>
<p>Este facto poderá ter um contributo considerável na economia paralela pois na maior parte dos casos não há cruzamento de dados sobre as vendas de madeira e os proprietários conseguem reter assim uma fatia significativa daquilo com que devem contribuir.</p>
<p>Esta fuga aos impostos poderá representar vários milhões de euros por mês e não se compreende como é que o estado toma uma posição tão passiva face a estes negócios.</p>
<p>Tal comportamento pode colocar em causa a sustentabilidade do sector pois os indivíduos que cumprem voluntariamente com as suas obrigações estão em desvantagem para com os que não o fazem o que cria uma espécie de concorrência desleal entre proprietários com mentalidade cívica e proprietários sem escrúpulos que para além de não respeitarem o estado (a própria pátria).</p>
<p>Devem ser criadas medidas que regulem melhor o sector de compra e venda de madeiras em bruto pois ainda que exista uma espécie de controlo de origem de rolaria por parte das indústrias de celulose, este é muito fácil contornar.</p>
<p>A regulação do sector significa igualdade para todos: Fábricas de celulose, comerciantes e proprietários.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Portucel trava expansão em Cacia por falta de matéria-prima</title>
		<link>http://madeiras.net/blog/2012/04/18/portucel-trava-expansao-em-cacia-por-falta-de-materia-prima/</link>
		<comments>http://madeiras.net/blog/2012/04/18/portucel-trava-expansao-em-cacia-por-falta-de-materia-prima/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 11:04:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madeiras</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celulose]]></category>
		<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Cacia]]></category>
		<category><![CDATA[matéria-prima]]></category>
		<category><![CDATA[por falta]]></category>
		<category><![CDATA[Portucel trava expansão]]></category>

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		<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://madeiras.net/blog/wp-content/uploads/2012/04/jose_honorio.pagina-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="jose_honorio.pagina" title="jose_honorio.pagina" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" />Empresa assegura que tem necessidades de financiamento garantidas até 2014. 
Portugal é obrigado a importar anualmente cerca de 200 milhões de euros de eucalipto.Um défice que afecta todo o sector papeleiro e em particular a Portucel. O presidente executivo da empresa, José Honório, confirma ao Diário Económico que a expansão da fábrica de Cacia, em Aveiro, um projecto de 300 milhões de euros, está parada até que haja matéria-prima que justifique o aumento de capacidade.
&#160;
&#8220;Esse é um dos [projectos] que está aprovado, e temos mais do que esse, que não pode crescer enquanto não tivemos mais matéria-prima em Portugal&#8221;, explicou José Honório, à margem da apresentação da Conferência Internacional da Floresta 2011, promovida pela Portucel, quando questionado sobre o andamento das obras na fábrica de Cacia.
O plano de expansão daquela unidade passou a ser possível com a alteração, em Maio, do Plano Director Municipal de Aveiro. O projecto está, de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="http://madeiras.net/blog/wp-content/uploads/2012/04/jose_honorio.pagina-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="jose_honorio.pagina" title="jose_honorio.pagina" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" /><div id="attachment_475" class="wp-caption alignright" style="width: 332px"><a href="http://madeiras.net/blog/wp-content/uploads/2012/04/jose_honorio.pagina.jpg"><img class="size-full wp-image-475" title="jose_honorio.pagina" src="http://madeiras.net/blog/wp-content/uploads/2012/04/jose_honorio.pagina.jpg" alt="" width="322" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">A Portucel, presidida por José Honório, defende que o País tem um défice de madeira de eucalipto de 200 milhões de euros.</p></div>
<p><strong>Empresa assegura que tem necessidades de financiamento garantidas até 2014. </strong></p>
<p>Portugal é obrigado a importar anualmente cerca de 200 milhões de euros de eucalipto.Um défice que afecta todo o sector papeleiro e em particular a Portucel. O presidente executivo da empresa, José Honório, confirma ao Diário Económico que a expansão da fábrica de Cacia, em Aveiro, um projecto de 300 milhões de euros, está parada até que haja matéria-prima que justifique o aumento de capacidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Esse é um dos [projectos] que está aprovado, e temos mais do que esse, que não pode crescer enquanto não tivemos mais matéria-prima em Portugal&#8221;, explicou José Honório, à margem da apresentação da Conferência Internacional da Floresta 2011, promovida pela Portucel, quando questionado sobre o andamento das obras na fábrica de Cacia.</p>
<p>O plano de expansão daquela unidade passou a ser possível com a alteração, em Maio, do Plano Director Municipal de Aveiro. O projecto está, de acordo com a documentação entregue pela Portucel à autarquia local, avaliado em 300 milhões de euros.</p>
<p>Portugal é obrigado a importar anualmente cerca de 200 milhões de euros de eucalipto. Um défice que afecta todo o sector papeleiro e em particular a Portucel. O presidente executivo da empresa, José Honório, confirma ao Diário Económico que a expansão da fábrica de Cacia, em Aveiro, um projecto de 300 milhões de euros, está parada até que haja matéria-prima que justifique o aumento de capacidade.</p>
<p>&#8220;Esse é um dos [projectos] que está aprovado, e temos mais do que esse, que não pode crescer enquanto não tivemos mais matéria-prima em Portugal&#8221;, explicou José Honório, à margem da apresentação da Conferência Internacional da Floresta 2011, promovida pela Portucel, quando questionado sobre o andamento das obras na fábrica de Cacia.</p>
<p>O plano de expansão daquela unidade passou a ser possível com a alteração, em Maio, do Plano Director Municipal de Aveiro. O projecto está, de acordo com a documentação entregue pela Portucel à autarquia local, avaliado em 300 milhões de euros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <em>Económico</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Portucel pede ao Estado indemnização de 136,2 milhões de euros pela privatização há oito anos</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 10:58:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madeiras</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celulose]]></category>
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		<description><![CDATA[A Portucel exige ao Estado o reembolso de 136,2 milhões de euros do preço pago pela privatização da empresa há oito anos.
Em 2004, a Semapa ganhou o concurso público para a compra de 30% do capital da Portucel, tendo pago ao Estado 333 milhões de euros. O valor agora reclamado representa mais de um terço do montante então pago na privatização.
Depois da aquisição da participação do Estado, a Semapa chegou a um acordo para a compra de 25% do capital detido pela Sonae na empresa de pasta e papel e por imposição da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários teve de lançar uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre a totalidade do capital da Portucel. Esta operação representou um investimento adicional de 361 milhões de euros.
Com este negócio, a Semapa, liderada por Pedro Queiroz Pereira, tornou-se num dos maiores grupos industriais portugueses.
O requerimento apresentado pela Portucel ao Ministério das Finanças, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Portucel exige ao Estado o reembolso de 136,2 milhões de euros do preço pago pela privatização da empresa há oito anos.</p>
<p>Em 2004, a Semapa ganhou o concurso público para a compra de 30% do capital da Portucel, tendo pago ao Estado 333 milhões de euros. O valor agora reclamado representa mais de um terço do montante então pago na privatização.</p>
<p>Depois da aquisição da participação do Estado, a Semapa chegou a um acordo para a compra de 25% do capital detido pela Sonae na empresa de pasta e papel e por imposição da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários teve de lançar uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre a totalidade do capital da Portucel. Esta operação representou um investimento adicional de 361 milhões de euros.</p>
<p>Com este negócio, a Semapa, liderada por Pedro Queiroz Pereira, tornou-se num dos maiores grupos industriais portugueses.</p>
<p>O requerimento apresentado pela Portucel ao Ministério das Finanças, em junho de 2010, solicita o reembolso de diversos valores, totalizando 136.243.939 euros. Este total é relativo a “ajustamentos efetuados nas demonstrações financeiras do grupo após a privatização, por via de imparidades em ativos e responsabilidades não registadas, os quais não haviam sido considerados na formulação do preço dessa privatização por não constarem do processo disponibilizado para consulta dos concorrentes ao processo”, refere a empresa no relatório e contas de 2011.</p>
<p>Já em 2010, a Seinpart, sociedade controlada pela Semapa que ganhou a privatização da papeleira, pediu às Finanças o acesso aos documentos do concurso da segunda fase de privatização da Portucel, demonstrando a intenção de vir a pedir uma indemnização.</p>
<p>Segundo avançou então o jornal i, o grupo alegava que “a situação empresarial da referida empresa era diversa da que havia servido de base à apresentação da proposta do requerente. Acrescentava ainda que a “situação descrita gerou danos na esfera patrimonial da requerente e de outras sociedades do grupo acionista da Portucel, que estas pretendem ver indemnizadas”.</p>
<p>Uma das matérias que terá desde logo causado dúvidas ao novo acionista foi a valorização do património florestal do Grupo Portucel-Soporcel. Hoje, a Portucel negoceia na casa dos dois euros por ação, um valor superior em cerca de 22% ao preço pago pela Semapa na OPA de 2004, que foi de 1,55 euros.</p>
<p>Contactada pelo Dinheiro Vivo, fonte oficial da Portucel disse não ter mais nada a acrescentar para além da informação que consta do relatório. Também o Ministério das Finanças não prestou qualquer esclarecimento até ao fecho da edição.</p>
<p>O pedido de indemnização da empresa foi entregue ao Fundo de Regularização da Dívida Pública, o organismo que recolhe as receitas das privatizações.</p>
<p>Esta não é contudo a única reclamação da Portucel ao Estado. Ao longo dos últimos anos, e à semelhança do que têm feito outras empresas privatizadas como a Cimpor, a Portucel tem enviado ao fundo, para pagamento, várias dívidas fiscais liquidadas já depois da privatização, mas relativas a anos em que o Estado ainda era acionista.</p>
<p>A empresa tem neste momento pendentes para pagamento 33,8 milhões de euros, o que eleva para 170 milhões de euros o valor total reclamado pelo grupo Portucel junto do Fundo de Regularização da Dívida Pública.</p>
<p>Em matéria fiscal, a Portucel já reclamou um total de 42 milhões de euros, tendo recebido já 8,2 milhões de euros. O direito ao reembolso está previsto na lei e foi recentemente reforçado por um acórdão de maio de 2011.</p>
<p>Fonte: <em>Dinheiro Vivo</em></p>
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		<title>Gigante papeleiro concentra esforços em florestas sustentáveis.</title>
		<link>http://madeiras.net/blog/2012/04/13/gigante-papeleiro-concentra-esforcos-em-florestas-sustentaveis/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 11:11:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madeiras</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
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		<description><![CDATA[A maior empresa do mundo produtora de papel e embalagens, a International Paper, está a cumprir a sua parte para a silvicultura sustentável.
A  International Paper anunciou o relançamento do seu produto de papel com qualidade de cópia, que será acreditado pelo Conselho de Manejo Florestal (FSC). O FSC certifica florestas e empresas de produtos florestais, se estes respeitarem uma vasta gama de critérios de gestão sustentável e responsável florestais. A marca FSC foi concebida para ajudar os consumidores a escolher produtos eticamente produzidos.
O papel para o produto &#8220;Grade Copier&#8221; é feito a partir de árvores de origem exclusiva de plantações próprias da International Paper no Brasil, que tem o controle completo sobre práticas de exploração florestal.
Não são utilizadas quaisquer madeiras de florestas nativas brasileiras e as plantações são certificadas no âmbito do Programa Brasileiro de Certificação Florestal e do PEFC.
As plantações sustentáveis ​​de árvores não-nativas no Brasil é uma maneira eficaz ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="result_box" lang="pt"><span class="hps">A maior empresa do mundo produtora de </span><span class="hps">papel</span> <span class="hps">e</span> <span class="hps">embalagens</span><span>, a International Paper</span><span>, está a cumprir</span> <span class="hps">a sua parte</span> <span class="hps">para a silvicultura sustentável</span><span>.</span></span></p>
<p><span class="hps">A </span> <span id="result_box" lang="pt"><span>International Paper </span></span><span id="result_box" lang="pt"><span class="hps">anunciou o</span> <span class="hps">relançamento do seu</span> <span class="hps">produto de papel</span> <span class="hps">com qualidade de cópia</span><span>, que será</span> <span class="hps">acreditado pelo</span> <span class="hps">Conselho de Manejo Florestal</span> <span class="hps">(FSC).</span> <span class="hps">O</span> <span class="hps">FSC</span> <span class="hps">certifica</span> <span class="hps">florestas</span> <span class="hps">e empresas de</span> <span class="hps">produtos florestais</span><span>, se estes respeitarem</span><span class="hps"> uma</span> <span class="hps">vasta gama de</span> <span class="hps">critérios de gestão</span> <span class="hps">sustentável e responsável</span> <span class="hps">florestais.</span> <span class="hps">A marca</span> <span class="hps">FSC</span> <span class="hps">foi concebida para</span> <span class="hps">ajudar os consumidores a</span> <span class="hps">escolher produtos</span> <span class="hps">eticamente</span> <span class="hps">produzidos</span><span>.</span></span></p>
<p><span class="hps">O</span> <span class="hps">papel</span> <span class="hps">para o produto</span> &#8220;<span class="hps">Grade</span> <span class="hps">Copier&#8221;</span> <span class="hps">é feito</span> <span class="hps">a partir de árvores</span> <span class="hps">de origem</span> exclusiva<span class="hps"> de</span> <span class="hps">plantações próprias</span> <span class="hps">da International Paper</span> <span class="hps">no Brasil, que</span> <span class="hps">tem</span> <span class="hps">o controle completo sobre</span> <span class="hps">práticas de exploração florestal</span><span>.</span><br />
<span class="hps">Não</span> <span class="hps">são utilizadas quaisquer madeiras de</span> <span class="hps">florestas nativas</span> <span class="hps">brasileiras </span><span class="hps">e as</span> <span class="hps">plantações são certificadas</span> <span class="hps">no âmbito do Programa</span> <span class="hps">Brasileiro de Certificação Florestal</span> <span class="hps">e do</span> <span class="hps">PEFC.</span></p>
<p><span class="hps">As </span><span class="hps">plantações</span> <span class="hps">sustentáveis ​​de</span> <span>árvores não-nativas</span> <span class="hps">no Brasil é uma</span> <span class="hps">maneira eficaz de</span> <span class="hps">proteger</span> <span class="hps">as florestas</span> <span class="hps">naturais que</span> <span class="hps">têm de ser protegidas</span> <span class="hps">por razões</span> <span class="hps">de destruição de</span> <span class="hps">habitats</span><span>, biodiversidade e</span> <span class="hps">carbono.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Investidores de madeira têm muito a considerar.</title>
		<link>http://madeiras.net/blog/2012/04/13/investidores-de-madeira-tem-muito-a-considerar/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 11:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Madeiras</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[investidores]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[madeira]]></category>

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		<description><![CDATA[Um artigo recente no Financial Times de Nyree Stewart aconselha quem investir em madeira para pensar sobre os riscos e estabelecer as suas expectativas no ponto certo, a fim de obter o melhor da classe de activos.
O artigo explica que o investimento no sector florestal se tornou mais popular, tendo em conta o facto de que a classe de activos é uma boa cobertura contra a inflação. Também é pouco correlacionada com a economia global, prova disso é a subida da madeira mesmo em tempos economicamente difíceis.
No entanto, Stewart convida os investidores a pensar cuidadosamente sobre o uso esperado para a madeira em que estão a investir, e também para pensar sobre a região em que vão investir. Actualmente a silvicultura cobre um terço da área terrestre do mundo, então a escolha é enorme.
Sugerimos que o investimento em plantações sustentáveis ​​é uma das melhores maneiras de começar a investir em ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um artigo recente no Financial Times de Nyree Stewart aconselha quem investir em madeira para pensar sobre os riscos e estabelecer as suas expectativas no ponto certo, a fim de obter o melhor da classe de activos.</p>
<p>O artigo explica que o investimento no sector florestal se tornou mais popular, tendo em conta o facto de que a classe de activos é uma boa cobertura contra a inflação. Também é pouco correlacionada com a economia global, prova disso é a subida da madeira mesmo em tempos economicamente difíceis.</p>
<p>No entanto, Stewart convida os investidores a pensar cuidadosamente sobre o uso esperado para a madeira em que estão a investir, e também para pensar sobre a região em que vão investir. Actualmente a silvicultura cobre um terço da área terrestre do mundo, então a escolha é enorme.</p>
<p>Sugerimos que o investimento em plantações sustentáveis ​​é uma das melhores maneiras de começar a investir em madeira. A demanda esperada por madeira produzida de forma sustentável irá ultrapassar a oferta em breve e os preços vão ser empurrados para cima como resultado. Enquanto isso, o Brasil é um óptimo lugar para investir actualmente. A demanda por carvão para a indústria de aço está em expansão, proporcionando um mercado crescente para a madeira produzida de forma sustentável, através de plantações geridas por empresas como Greenwood Management.</p>
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